NetOps e DevOps querem mais colaboração em um mundo multinuvem
Publicado em 1 de agosto de 2017
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Pesquisa da F5 destaca o foco comum no equilíbrio entre flexibilidade, controle e automação ao ampliar os recursos de TI
F5 Networks (NASDAQ: FFIV) anunciou os resultados de uma pesquisa recente que comparou as opiniões de mais de 850 profissionais de TI de NetOps e DevOps sobre suas respectivas áreas e práticas de colaboração. Tradicionalmente, o mercado de TI em geral considera esses dois grupos um tanto antagônicos entre si. No entanto, a pesquisa da F5 indica que eles estão amplamente alinhados quanto às prioridades, com interesses convergentes em relação ao pipeline de produção e aos recursos de automação. Ao conciliar os resultados da pesquisa com a tendência atual de as equipes de DevOps recorrerem a soluções externas (como a TI invisível) para implantar aplicações, conclui-se que as equipes de NetOps precisarão de habilidades adicionais para apoiar adequadamente as iniciativas relacionadas à transformação digital e às implantações em múltiplas nuvens.
Paralelamente, a conferência Americas Agility da F5 acontece esta semana em Chicago, com foco especial em temas relevantes para a interação entre NetOps e DevOps. Com experiências práticas, como laboratórios de tecnologia e cursos de capacitação destinados a ajudar profissionais de operações e desenvolvimento a aproveitar as soluções programáveis, o evento explora como as aplicações modernas são desenvolvidas, implantadas, protegidas e mantidas com sucesso.
Principais conclusões da pesquisa
- NetOps e DevOps respeitam as prioridades um do outro – Em cada grupo, mais de três quartos dos profissionais de NetOps e DevOps acreditam que a outra área prioriza “as coisas certas” em TI, o que indica um entendimento comum dos objetivos mais amplos e oportunidades para aumentar a colaboração entre as equipes. Além disso, os grupos estão bastante alinhados quanto ao ritmo de entrega de aplicativos e serviços, e a frequência das implantações satisfaz uma maioria significativa tanto dos profissionais de DevOps (70%) quanto dos de NetOps (74%).
- Apoio à automação – Ambos os grupos concordaram que a automação no pipeline de produção é importante, com uma classificação média de relevância, em uma escala de 5 pontos, de 4,0 entre os profissionais de DevOps e de 3,5 entre os de NetOps. Os entrevistados também relataram maior confiança na confiabilidade, no desempenho e na segurança dos aplicativos quando mais de 50% do pipeline de produção é automatizado.
- Divergência quanto ao acesso ao pipeline – Surgiu uma divergência de opiniões quanto ao nível ideal de acesso compartilhado aos recursos de produção. Quarenta e cinco por cento dos profissionais de DevOps acreditam que deveriam ter acesso a pelo menos 75% do pipeline de produção, enquanto uma parcela significativamente menor (31%) dos profissionais de NetOps considera adequado conceder aos profissionais de DevOps esse nível de acesso, o que indica uma desconexão parcial entre as expectativas e as práticas recomendadas de TI. Esse desalinhamento pode prejudicar os esforços para otimizar processos e fornecer as aplicações de que a empresa precisa para prosperar na economia digital.
- Diferenças que impulsionam implantações multinuvem – A maioria dos profissionais de DevOps (65%) admitiu que o nível de acesso ao pipeline por meio de recursos de automação e autoatendimento influencia “muito” ou “um pouco” sua decisão de adotar soluções de nuvem. Da mesma forma, uma parcela significativa dos profissionais de NetOps (44%) indicou que o uso de tecnologias de nuvem externas pela equipe de DevOps afeta “um pouco” sua disposição de conceder acesso ao pipeline, enquanto outros 21% afirmaram que isso os influencia “muito”. Um dos resultados é o uso de várias soluções e provedores de nuvem em toda a área de TI, o que torna ainda mais complexo o processo de disponibilizar, implantar e dimensionar aplicações que apoiam as iniciativas de transformação digital.
“Observamos alguns dados interessantes sobre os profissionais das áreas de redes e desenvolvimento”, afirmou Ben Gibson, vice-presidente executivo e diretor de marketing da F5. “Enquanto o DevOps busca um acesso mais aberto ao pipeline de implantação para acelerar a inovação, o NetOps pode ser muito mais cauteloso em relação às permissões — provavelmente porque é quem assume a responsabilidade caso a segurança, a disponibilidade ou o desempenho sejam comprometidos. Apesar das diferentes abordagens, os dois grupos apoiam os esforços um do outro e parecem concordar que são necessárias tecnologias mais flexíveis para superar as atuais limitações dos negócios, integrar funções distintas e permitir que a TI aproveite melhor os ambientes de nuvem pública, privada e multinuvem. De modo geral, as respostas de nenhum dos grupos pareceram particularmente alinhadas à narrativa de ‘nós contra eles’ que, até o momento, tem recebido grande destaque na mídia.”
Integrando as funções de TI entre NetOps e DevOps
Em conjunto, os resultados da pesquisa apontam para um interesse crescente em automação e autoatendimento, que pode estar relacionado à rápida adoção de soluções baseadas em nuvem e à flexibilidade desejada que elas proporcionam. Tanto as equipes de NetOps quanto as de DevOps demonstram disposição para incorporar tecnologias e métodos emergentes ao pipeline de produção. No entanto, a velocidade da inovação também pode exigir das equipes tradicionais de operações de TI habilidades que vão além de suas competências atuais, gerando uma possível resistência no caminho para agilizar futuras implantações de aplicações. Segundo a pesquisa, os profissionais de DevOps atribuem uma nota de 3,6 em uma escala de 5 pontos à confiança de que possuem as habilidades exigidas por sua função, enquanto a autoavaliação dos profissionais de NetOps resulta em uma nota ligeiramente menor (3,4).
Os resultados da pesquisa estão alinhados à convicção da F5 de que uma educação mais abrangente terá um papel cada vez maior na aproximação desses dois grupos e na mobilização em torno de objetivos comuns. Para isso, a F5 oferece uma biblioteca crescente de programas de certificação do setor, que ajudam os clientes a adaptar suas infraestruturas de entrega de aplicações a diferentes disciplinas relacionadas e fornecem estruturas comuns para diversas funções em toda a organização. Com provas disponíveis nas conferências Agility da F5 e em outros locais, mais de 2.500 certificações foram obtidas no último ano. Além disso, a vibrante comunidade DevCentral da F5 oferece a mais de 250.000 clientes, desenvolvedores e outros profissionais de TI um meio de reunir seus conhecimentos, aprender com as experiências uns dos outros e aproveitar ao máximo seus investimentos em tecnologia.
Olhando para o futuro, a F5 está focada em promover o empoderamento compartilhado entre as equipes de NetOps e DevOps, em sintonia com o uso de soluções multinuvem. Os produtos programáveis BIG-IP® da empresa, juntamente com tecnologias complementares, como suas ofertas voltadas para contêineres, fornecem plataformas robustas para que grupos de TI em evolução apliquem valiosos serviços de aceleração, disponibilidade e segurança, tornando suas aplicações, seus usuários e suas práticas operacionais mais bem-sucedidos. Mais detalhes sobre os resultados e a metodologia da pesquisa podem ser encontrados em um relatório complementar.
Sobre a F5
A F5 (NASDAQ: FFIV) torna os aplicativos mais rápidos, inteligentes e seguros para as maiores empresas, prestadores de serviços, governos e marcas de consumo do mundo. A F5 oferece soluções de nuvem e segurança que permitem às organizações adotar a infraestrutura de aplicativos de sua preferência sem abrir mão da velocidade e do controle. Para mais informações, acesse f5.com. Você também pode seguir @f5networks no Twitter ou visitar nossas páginas no LinkedIn e no Facebook para saber mais sobre a F5, seus parceiros e suas tecnologias.
F5, Agility, DevCentral e BIG-IP são marcas comerciais ou marcas de serviço da F5 Networks, Inc. nos EUA e em outros países. Todos os demais nomes de produtos e empresas aqui mencionados podem ser marcas comerciais de seus respectivos proprietários.
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