De acordo com o Relatório sobre o Estado da Estratégia de Aplicações da F5, à medida que as organizações enfrentam dificuldades para responder a um cenário de ameaças cada vez maior — e trabalham para proteger seus aplicativos e APIs —, a complexidade da multicloud e a dificuldade de aplicar políticas de segurança consistentes estão no topo da lista de desafios.
Uma ampla gama de desafios relacionados à proliferação de APIs
Para ajudar desenvolvedores de aplicativos e equipes de segurança a unir forças para enfrentar com sucesso os desafios de segurança de APIs, o Google Cloud e a F5 se reuniram em um webinar especial, Desvendando as APIs: como lidar com a proliferação e proteger seu ecossistema digital. A conversa revelou diversas respostas relevantes e práticas para as perguntas difíceis que as organizações têm — ou deveriam ter — sobre proliferação, gerenciamento e segurança de APIs.
Se você não pôde participar da sessão ao vivo, não se preocupe; confira alguns dos destaques nesta publicação do blog e acesse também a gravação sob demanda.
O evento, moderado por Jess Steinbach, da ActualTech Media, também contou com os renomados palestrantes Joshua Haslett, gerente de Parcerias Estratégicas de Tecnologia do Google Cloud, Ian Dinno, gerente sênior de Marketing de Produto da F5, e David Remington, diretor de Gestão de Produtos da F5. Juntos, eles encararam de frente as questões mais desafiadoras sobre segurança de APIs, oferecendo aos participantes recomendações especializadas e orientações práticas para a adoção de uma estratégia mais abrangente de segurança de aplicações e APIs em toda a organização.
Encontrando o caminho para APIs seguras
Um dos principais pontos levantados durante a discussão foi a busca pelo caminho certo para uma abordagem holística, algo que se tornou ainda mais difícil à medida que o número de APIs utilizadas em todo o ecossistema de aplicações de uma organização continua crescendo em um ritmo sem precedentes. Como destacou a pergunta de um dos participantes, os desafios de segurança, governança e eficiência decorrentes da proliferação de APIs são agravados pela crescente adoção de infraestrutura de nuvem híbrida e pela grande quantidade de microsserviços que viabilizam processos de negócios complexos envolvendo várias aplicações.
Para lidar com os riscos associados à proliferação de APIs — como vazamento de dados, invasão de contas e fraude —, o programa de segurança de aplicações de uma organização deve incluir tecnologias de proteção de APIs que ofereçam descoberta e monitoramento contínuos, proteção em tempo de execução e gerenciamento da postura de segurança em tempo real. O programa também deve ser respaldado por um processo que mantenha o pipeline de CI/CD em andamento, integrando facilmente metodologias de segurança e testes de código nas etapas iniciais do ciclo de vida de desenvolvimento de software, sem atrasar lançamentos, afetar negativamente a experiência do usuário ou causar indisponibilidade das aplicações.
O caminho para a segurança deve se adaptar e evoluir junto com os negócios
É bem provável que, quando você achar que sua equipe já tem uma visão adequada de quais APIs estão em execução e onde elas estão sendo executadas, um novo aplicativo ou endpoint de API seja adicionado, ou uma API existente seja atualizada. Pode ser um novo serviço de terceiros ou várias APIs novas ou atualizadas que talvez não estejam visíveis para as equipes responsáveis pela segurança, o que cria novos pontos de entrada vulneráveis e aumenta a exposição da organização. Acompanhar essa proliferação é uma batalha interminável, o que torna ainda mais difícil para as equipes de segurança avaliar e proteger esses serviços individualmente e como parte de um aplicativo totalmente funcional.
Ao abordar o aumento dos riscos no cenário de ameaças diante da crescente complexidade da infraestrutura de aplicações, Ian e David defenderam enfaticamente que a IA e o aprendizado de máquina terão papéis importantes na segurança de APIs, tanto no alcance e na escala dos ataques quanto nas proteções necessárias.
Outro fator crítico discutido pelo painel durante o webinar foi a necessidade de obter visibilidade sobre o estado da segurança de APIs. Um dos participantes, por exemplo, relatou ao painel que recentemente começou a observar problemas de desempenho e outras interrupções em alguns de seus sistemas e aplicativos. No entanto, não conseguia determinar facilmente se esses problemas eram indícios de que a proliferação de APIs estava sendo explorada por ataques ativos. Esse parece ser um problema comum enfrentado por muitas equipes.
Google e F5 ajudam a oferecer experiências de usuário seguras, rápidas e integradas
A conversa também apresentou várias práticas recomendadas para a adoção de uma abordagem comprovada de implementação de boas práticas de segurança de APIs. Um elemento fundamental nesse sentido é ampliar a infraestrutura de segurança de aplicações existente para proteger um número cada vez maior de APIs.
É aí que entram as soluções da F5 para proteção de aplicações web e APIs, ajudando organizações como a sua a reduzir a complexidade em ambientes híbridos e multinuvem e facilitando para suas equipes a entrega de experiências digitais seguras em grande escala. O Google Cloud e a F5 permitem que você mantenha experiências de usuário seguras, rápidas e integradas em sua infraestrutura atual, enquanto prepara o ambiente para o qual deseja evoluir seus negócios.
Mais uma vez, agradecemos seu interesse neste importante tema e convidamos você a acompanhar a discussão na íntegra acessando a gravação completa e sob demanda do webinar Desvendando as APIs: como lidar com a proliferação e proteger seu ecossistema digital.
Se você tiver alguma dúvida, teremos prazer em conversar com você. Para isso, basta entrar em contato com um de nossos especialistas em proteção de APIs da equipe F5 Distributed Cloud.
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