A proliferação de APIs descreve dois desafios interligados que surgem à medida que as organizações implementam a transformação digital: o crescimento exponencial do número de APIs e a distribuição física dessas APIs entre diversas arquiteturas e equipes.

Muitos fatores contribuem para a proliferação de APIs. Alguns dos mais comuns incluem:

  • Infraestrutura híbrida – Atualmente, 81% das empresas operam em três ou mais arquiteturas incluindo nuvens públicas, data centers locais e infraestrutura de borda.
  • Arquiteturas de microsserviços – A crescente adoção de arquiteturas de microsserviços leva à proliferação de endpoints de API à medida que novos serviços entram em operação.
  • Implantação contínua de software – Os desenvolvedores podem criar rapidamente dezenas de APIs, ou várias versões de uma única API, em um curto período.
  • APIs abandonadas – À medida que os desenvolvedores passam a dar suporte e trabalhar em outros projetos, eles deixam de gerenciar e manter as APIs que criaram.

Por que a proliferação de APIs é um problema?

A proliferação de APIs traz desafios operacionais e de segurança significativos para as empresas. À medida que os endpoints de API se multiplicam entre diversas equipes e ambientes, proteger e gerenciar as APIs torna-se um desafio monumental. Para as empresas, a proliferação de APIs costuma gerar custos ocultos — como menor produtividade dos desenvolvedores, aumento do retrabalho e revisões mais lentas — que não são facilmente mensuráveis até que seja tarde demais.

Alguns dos principais desafios da proliferação de APIs incluem:

  • Falta de visibilidade – Arquiteturas híbridas tornam extremamente difícil obter uma visão unificada do tráfego e das configurações das APIs.
  • Nenhuma fonte única e confiável – Os desenvolvedores têm dificuldade para encontrar APIs e documentação atualizada.
  • Menor confiabilidade – Configurações incorretas se tornam mais comuns, resultando em indisponibilidades.
  • Aumento das ameaças à segurança – Endpoints de API desprotegidos são alvos fáceis para ataques.

Você pode saber mais sobre a proliferação de APIs e por que ela representa uma ameaça significativa em nosso blog 5 maneiras de combater a proliferação de APIs (e por que você deveria se importar).

Como o NGINX pode ajudar?

API Connectivity Manager, parte do F5 NGINX Management Suite, permite combater a proliferação de APIs e gerenciá-las em escala com cinco estratégias:

  • Implemente uma estratégia de governança de APIs
  • Crie uma única fonte confiável para as APIs
  • Garanta o versionamento e a documentação adequados
  • Forneça métricas e visibilidade
  • Aplique a segurança de APIs em escala

O API Connectivity Manager também foi projetado tendo como foco a experiência dos desenvolvedores de APIs. Ele permite que as equipes de infraestrutura implantem gateways de API de alto desempenho e portais para desenvolvedores. Os desenvolvedores podem publicar e gerenciar rapidamente APIs e documentação, ou descobrir e integrar APIs a aplicações.

O API Connectivity Manager é uma parte essencial da solução NGINX Secure API Connectivity, que oferece os seguintes benefícios:

  • Escalabilidade – Ofereça desempenho, confiabilidade e segurança sem concessões com o NGINX Plus como gateway de API
  • Observabilidade – Monitore o tráfego de APIs entre equipes e ambientes para identificar erros de configuração e ameaças à segurança
  • Governança – Garanta uma supervisão consistente e, ao mesmo tempo, permita que os desenvolvedores de APIs gerenciem suas APIs com controles granulares
  • Segurança – Proteja as APIs contra ameaças comuns e avançadas com proteção pronta para uso contra o OWASP API Security Top 10

Comece uma avaliação gratuita de 30 dias do NGINX Management Suite, que inclui o API Connectivity Manager e o Instance Manager.