Os ataques cibernéticos estão se tornando mais sofisticados e graves, com um número cada vez maior de incidentes relatados e comunicações relacionadas a esses ataques. A ameaça está se intensificando tanto em escala quanto em complexidade.
Ataques cibernéticos graves contra infraestruturas críticas tornaram-se grandes ameaças à segurança nacional de países em todo o mundo. Esses ataques geralmente visam interromper ou destruir funções essenciais. Muitos deles são realizados e apoiados por agentes mal-intencionados ligados a Estados-nação.
Nos últimos anos, países de todo o mundo promulgaram leis de defesa cibernética para enfrentar essas ameaças. Nos Estados Unidos, a Estratégia Nacional de Segurança Cibernética dos EUA, publicada em março de 2023, apresenta um plano para proteger o ciberespaço e garantir que os EUA se beneficiem de um ecossistema digital seguro e protegido. Iniciativas semelhantes foram implementadas na Inglaterra e na Austrália. A estratégia de cada país enfatiza parcerias público-privadas — entre entidades governamentais e fornecedores do setor privado — para uma atuação conjunta em caso de incidentes de segurança.
“Uma colaboração mais estreita entre os setores público e privado permitirá… garantir uma resposta mais resiliente e uma recuperação mais rápida diante da evolução das ameaças cibernéticas.”
Em março de 2025, o governo japonês aprovou e promulgou o projeto de lei de “Defesa Cibernética Proativa” para elevar as capacidades de segurança cibernética do país a um nível igual ou superior ao das principais nações ocidentais. A estratégia define iniciativas fundamentais, entre elas: fortalecer a colaboração entre os setores público e privado, utilizar dados de comunicação e informação, neutralizar e infiltrar servidores e outras infraestruturas usadas por invasores e realizar a reorganização progressiva do Centro Nacional de Prontidão e Estratégia para Segurança Cibernética (NISC). Essa reorganização cria um novo órgão governamental no âmbito do NISC, que coordenará a política de segurança cibernética de forma abrangente e integrada.
Defesa cibernética por meio de uma maior colaboração público-privada
Vamos analisar especificamente a iniciativa para fortalecer a colaboração público-privada no Japão. Os principais elementos dessa estratégia incluem:
- No âmbito da notificação de incidentes e da gestão de ativos por operadores de infraestrutura crítica: Os operadores de infraestrutura crítica devem notificar o ministro competente quando introduzirem determinados computadores eletrônicos importantes, e o ministro, por sua vez, informará o primeiro-ministro. Caso tomem conhecimento de incidentes ou possíveis causas relacionados a esses computadores eletrônicos, deverão comunicá-los tanto ao ministro competente quanto ao primeiro-ministro.
- Compartilhamento de informações com usuários de computadores eletrônicos: O primeiro-ministro comunicará e compartilhará as informações necessárias para evitar danos causados por ataques cibernéticos.
- Fortalecimento da gestão de vulnerabilidades: O primeiro-ministro e o ministro competente poderão compartilhar com os fornecedores informações sobre vulnerabilidades em computadores eletrônicos ou softwares críticos. Caso essas vulnerabilidades afetem sistemas utilizados por operadores de infraestruturas críticas, o ministro também poderá solicitar aos fornecedores que adotem as medidas necessárias para evitar danos relacionados a ataques cibernéticos.
Certamente, essas ações contribuirão para mitigar o impacto de ataques cibernéticos críticos. Além disso, o fortalecimento da colaboração entre os setores público e privado não apenas aumentará a proteção das infraestruturas governamentais de TI, como também garantirá uma resposta mais resiliente e uma recuperação mais rápida diante da evolução das ameaças cibernéticas. Esse esforço conjunto reflete uma abordagem proativa à segurança cibernética nacional e reforça a base de confiança e responsabilidade compartilhada necessária para proteger sistemas vitais.
A segurança de aplicações é essencial para a defesa cibernética nacional
Entre os incidentes de segurança cibernética, a segurança de aplicações representa desafios significativos para o setor público em todo o mundo, já que muitas instituições enfrentam orçamentos limitados, ameaças cibernéticas crescentes e infraestrutura desatualizada. De acordo com a F5 Labs, os ataques a aplicações web continuam sendo o principal ponto de entrada para violações de dados bem-sucedidas. As consequências desses ataques geralmente resultam em custos substanciais que podem comprometer o cumprimento da missão de um órgão público. A implementação de medidas proativas de segurança em ambientes multinuvem também pode ser desafiadora. Um número cada vez maior de órgãos públicos está começando a compartilhar informações entre várias redes; o gerenciamento consistente de políticas de segurança será um componente essencial.
A F5 pode ajudar
A F5 oferece soluções versáteis de TI para cibersegurança do setor público que estão alinhadas à estratégia de defesa nacional, abordando áreas essenciais como colaboração público-privada, segurança multinuvem, gerenciamento de vulnerabilidades e resiliência contra ameaças cibernéticas sofisticadas.
- Confiança zero por meio do acesso com reconhecimento de identidade: Simplifique e proteja a autenticação de usuários enquanto gerencia o acesso a aplicações essenciais do setor público por meio de um proxy de acesso centralizado, garantindo conformidade, auditabilidade e eficiência operacional.
- Acesso de usuários privilegiados para órgãos governamentais: Reduza o risco de credenciais comprometidas e impeça o acesso não autorizado a sistemas confidenciais do setor público e a dados dos cidadãos.
- Mitigue vulnerabilidades em aplicações: Proteja as aplicações do setor público em qualquer arquitetura com uma segurança resiliente, projetada para resistir a uma ampla variedade de ameaças cibernéticas em constante evolução.
- Descubra, gerencie e proteja APIs: Gerencie APIs com segurança em data centers governamentais e ambientes de nuvem com uma arquitetura multinuvem simples, rápida e escalável, garantindo a continuidade dos serviços, a conformidade e a confiança dos cidadãos.
- Mitigue bots e abusos: Proteja sites governamentais, aplicativos móveis e APIs contra bots mal-intencionados, permitindo que bots benéficos contribuam para os serviços públicos e o engajamento digital.
- Inspecione o tráfego criptografado para análise de ameaças: A maioria dos malwares e das exfiltrações de dados se oculta na criptografia SSL/TLS. Descriptografe e orquestre o tráfego para tornar seus controles mais eficazes.
As soluções da F5 permitem que organizações do setor público protejam aplicações e infraestrutura, otimizem o desempenho e combatam ativamente ameaças cibernéticas avançadas. Como nos disse Neill Smith, chefe de infraestrutura da Diretoria de Economia Agrícola e Rural do governo escocês, “Não há como atribuir um preço à segurança. [Com a F5], temos controle e visibilidade detalhados sobre nossas aplicações, sem aumentar a complexidade. A F5 oferece proteção completa para aplicações web e APIs, além de serviços de segurança individuais.”
Junte-se aos principais governos do mundo que confiam na F5
A F5 garante que suas aplicações essenciais permaneçam seguras, altamente disponíveis e com desempenho otimizado, estejam elas em ambientes locais, na nuvem ou em ambientes híbridos. Com um conjunto abrangente de recursos avançados de segurança, gerenciamento inteligente de tráfego e ferramentas de otimização de desempenho, oferecemos a confiabilidade e a proteção que o órgão exige. Esse forte compromisso com a excelência é o motivo pelo qual os órgãos governamentais mais importantes do mundo e as principais instituições de ensino confiam na F5.
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