Ataques DDoS continuam sendo uma preocupação constante, mas o que explica sua persistência?
Diversas publicações especializadas em segurança, incluindo um relatório recente do Zayo Group, atribuem o aumento dos ataques DDoS neste ano à guerra na Ucrânia e à atual situação geopolítica. Isso resultou em ataques subsequentes a empresas, especificamente nos setores governamental e financeiro. Esses tipos de ataques DDoS podem ser motivados pelo hacktivismo nacionalista. Securelist.com também observa que o volume de ataques DDoS aumentou 4,5 vezes no primeiro trimestre de 2022 em comparação com o mesmo período do ano anterior e que os ataques DDoS superiores a 250 Gbps cresceram 1.300%.
Vamos analisar os ataques DDoS mais comuns e como eles são usados atualmente.
Existem dezenas de tipos diferentes de ataques DDoS. As três categorias mais comuns reconhecidas em todo o setor são volumétricos, de protocolo, e de camada de aplicação, mas há alguma sobreposição entre elas.
Ataques volumétricos, ou inundações, são o tipo mais comum de ataque DDoS. Eles enviam um volume massivo de tráfego, geralmente composto por pacotes grandes, à rede da vítima-alvo para consumir tanta largura de banda que os usuários ficam sem acesso.
Ataques de protocolo, às vezes chamados de ataques “computacionais” ou “de rede”, causam negação de serviço ao sobrecarregar a capacidade computacional dos dispositivos de rede nas camadas 3 e 4. Esses ataques normalmente apresentam uma “alta taxa de pacotes”, com pacotes minúsculos, e o invasor geralmente tenta sobrecarregar CPUs ou dispositivos, como firewalls, enviando pacotes em excesso. Dessa forma, o volume de largura de banda geralmente permanece “baixo” e pode passar despercebido pelos serviços de nuvem.
Ataques à camada de aplicação, ou ataques de camada 7, usam tipos específicos de pacotes ou solicitações de conexão para consumir uma quantidade finita de recursos, por exemplo, ocupando o número máximo de conexões abertas, a memória disponível ou o tempo de CPU. Um ataque típico à camada de aplicação envia tráfego HTTP/S para consumir recursos e prejudicar a capacidade de um aplicativo Web ou site de fornecer conteúdo, desativando-o temporariamente ou causando uma falha que torne o site ou aplicativo inacessível aos usuários. O Relatório de tendências de ataques DDoS de 2023 da F5 Labs afirma: “Os ataques com vetores de aplicação cresceram drasticamente, aumentando 165% em 2022.”
Muitos ataques DDoS de camada 7 são furtivos e podem não ser detectados por soluções tradicionais baseadas em assinaturas e reputação. F5 BIG-IP Advanced WAF usa aprendizado de máquina, monitoramento de estresse, assinaturas dinâmicas e mitigação de ataques para se defender contra esses ataques. Por exemplo, o BIG-IP Advanced WAF aprende automaticamente o comportamento da aplicação e, em seguida, combina a análise heurística do comportamento do tráfego com o estresse do servidor para identificar condições de DDoS. Assinaturas dinâmicas são criadas e implantadas para oferecer proteção em tempo real. Esse processo proporciona a detecção mais precisa e, ao mesmo tempo, minimiza os falsos positivos. A integridade do servidor é monitorada continuamente para avaliar a eficácia da mitigação como parte de um ciclo de feedback.
Os riscos de DDoS e de segurança de APIs representam ameaças constantes para as organizações de todos os setores. No ano passado, pesquisadores de segurança da CSO alertaram que o uso crescente de APIs oferece aos invasores mais maneiras de burlar os controles de autenticação, exfiltrar dados ou realizar ações disruptivas, tornando a segurança de APIs um requisito para as organizações.
As APIs são essenciais para as empresas modernas. Elas fornecem acesso a tecnologias e dados empresariais que impulsionam os negócios, algo que seria simplesmente inviável para muitas organizações. Não é de surpreender que estejamos observando um aumento nos ataques relacionados a APIs.
Uma abordagem contínua à segurança de APIs combina gerenciamento e aplicação de políticas. Há três componentes essenciais para a disponibilização segura de APIs: descoberta (segurança positiva/validação da especificação da API, status de autenticação, dados confidenciais etc.), monitoramento (capacidade de gerenciar a inspeção do tráfego) e proteção (proteção contra ameaças específicas de APIs, incluindo ameaças conhecidas, detecção de anomalias, defesa contra DoS, validações de segurança de estrutura, protocolo e conteúdo etc.).
O portfólio de WAF da F5 oferece esses três elementos, mas seu diferencial é simplificar as operações com uma única solução e um único fornecedor para proteger APIs na nuvem e em ambientes locais. Também podemos ajudar você a gerenciar a postura de segurança das APIs, reduzindo a complexidade ao proporcionar visibilidade do tráfego de APIs, aplicar controles de segurança e diminuir os riscos associados à remediação.
Atualmente, muitas empresas precisam de vários modelos de implantação para atender melhor às necessidades de segurança de aplicações e garantir que ela seja implantada o mais próximo possível de seus aplicativos. Isso pode dificultar a aplicação e o gerenciamento consistentes de políticas por essas organizações em diferentes formatos. A F5 soluciona esse desafio, permitindo que você garanta a aplicação e o gerenciamento consistentes de políticas, independentemente de onde implante o WAF: no local, na nuvem, como SaaS ou como segurança como código. A F5 ajuda você a proteger aplicativos e APIs, não importa onde seus aplicativos estejam nem onde seus WAFs sejam implantados. À medida que as necessidades de desenvolvimento de aplicativos e de ambiente mudam, as políticas de segurança podem ser facilmente transferidas de um WAF para outro, proporcionando uma segurança de aplicativos e APIs pronta para uso, simplificada, adaptável e exclusiva para sua empresa em ambientes híbridos e multinuvem.
Para saber mais sobre como começar a usar a F5, experimente nosso simulador do BIG-IP Advanced WAF ou teste o BIG-IP Advanced WAF em uma avaliação gratuita de 30 dias.
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