
- Os data centers atuais, dinâmicos e habilitados digitalmente, precisam ser capazes de direcionar o tráfego, e não apenas distribuí-lo.
- O Red Hat OpenShift é usado por 21% dos entrevistados, de acordo com o relatório State of Application Delivery 2018.
- Testes A/B e implantações Blue/Green são padrões de implantação vantajosos que ajudam a atingir objetivos comerciais e operacionais por meio do direcionamento inteligente de solicitações.
- O F5 Container Connector facilita a integração do plano de controle em tempo real do BIG-IP com ambientes de orquestração de contêineres, permitindo testes A/B e implantações Blue/Green com o Red Hat OpenShift.
- Como o Red Hat OpenShift tem uma distribuição nativa do Kubernetes, a integração da F5 para OpenShift utiliza o mesmo controlador que a Integração da F5 para Kubernetes (
k8s-bigip-ctlr) disponível no Dockerhub ou no Github.
Por muito tempo, a função de um proxy de balanceamento de carga se resumiu a garantir que todas as solicitações recebessem uma resposta rápida. O bom e velho balanceamento de carga (POLB). O POLB usa algoritmos para distribuir solicitações entre um conjunto de recursos. Round robin. Menor número de conexões. Resposta mais rápida. O foco desses algoritmos está sempre no destino; em selecionar um recurso que esteja disponível e seja rápido para fornecer uma resposta e enviá-la de volta a um usuário impaciente. O objetivo é a disponibilidade, e o POLB certamente atende a essa expectativa.
Isso é útil, mas escalar aplicações modernas envolve muito mais do que apenas selecionar o algoritmo certo — trata-se de viabilizar arquiteturas. Escalar aplicações modernas — especialmente aquelas implantadas em ambientes de contêineres — exige a capacidade não apenas de distribuir, mas também de direcionar solicitações. O objetivo é alcançar eficiência e agilidade tanto na infraestrutura quanto nos negócios, algo que o POLB não consegue proporcionar. Precisamos ir além do POLB se quisermos oferecer suporte a padrões modernos de implantação, como testes A/B e implantações Blue/Green, que ajudam as operações a acompanhar o ritmo exigido pelos negócios.

Isso exige um proxy inteligente que não apenas distribua as solicitações, mas também as direcione com base em diversas informações disponíveis sobre o cliente, a rede e o ambiente em que estão operando. Um proxy L7, se preferir. Independentemente do nome que dermos a ele, é inteligente o suficiente para analisar e compreender uma solicitação de ponta a ponta, desde o HTTP até o IP, e decidir para onde direcioná-la.
Neste post, destacamos a facilidade de configurar e implementar testes A/B e padrões de implantação Blue/Green, ambos exigindo certa inteligência do proxy para direcionar as solicitações de forma inteligente aos recursos apropriados.
Em ambientes conteinerizados, isso exige a capacidade de integração com o ambiente de orquestração de contêineres (COE), bem como de direcionar o tráfego de forma inteligente.
É isso que o F5 Container Connector for Red Hat OpenShift oferece atualmente. Ele é a “ponte” conteinerizada entre o OpenShift e o F5 BIG-IP que nos permite direcionar o tráfego de forma inteligente de uma versão de um aplicativo para outra (blue-green) ou realizar um teste comparativo entre duas versões do mesmo aplicativo, para que a empresa possa tomar uma decisão com base em dados de visitantes reais.
Você pode saber mais detalhes na documentação, ou obter sua própria cópia do F5 Container Connector no Dockerhub ou no Github e começar hoje mesmo a usar essas implantações avançadas.
Sobre o autor

Lori MacVittie é engenheira distinta e evangelista-chefe no Escritório do CTO da F5, com ampla experiência em entrega de aplicações, estratégia de automação e infraestrutura. Ela é conhecida por transformar complexidade em clareza, seja definindo diretrizes para agentes de IA, analisando arquiteturas multinuvem frágeis ou investigando os limites de sistemas escaláveis. Ela acumula mais de trinta anos de experiência no setor, abrangendo desenvolvimento de aplicações, arquitetura de TI e operações de redes e sistemas. Antes de ingressar na F5, atuou como editora de tecnologia e recebeu diversos prêmios. MacVittie tem mestrado em Ciência da Computação e é uma autora prolífica, com publicações que abrangem segurança, nuvem e arquitetura empresarial. Ela também é uma entusiasta de jogos de tabuleiro e videogames, além de ter opiniões assumidamente fortes sobre queijos.
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